Eh, Borges,
eu sei que o destino do punhal é o meu peito, mas antes me permita uma cachaça de má qualidade, num bar sujo qualquer, e uma companhia qualquer. E um humor envenenado.
E mais palavras, e mais palavras, e mais nada.
Eh, Borges,
há um leão enlouquecido quebrando os vitrais desta catedral - e este tempo feito de areia.
Há uma lagoa agitada aqui dentro que busca uma sangria para esvaziar as águas da chuva. Há um mar, háumar, hauma, alma... aqui dentro.
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário