quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Um homem escreve um verso, dois...
Mil linhas, dez livros...
E, pela eternidade – que é sempre um exagero –,
Debaterão suas linhas...

Não é o mesmo que, num verão carioca,
O bater das asas de uma borboleta,
Amanhã, causar uma tempestade na Austrália?

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